Marco Aurélio nega liberdade a comparsa de André do Rap

Poocker e André do Rap foram condenados em segunda instância

Marco Aurélio Mello negou um pedido de liberdade feito pela defesa do traficante Gilcimar de Abreu, conhecido como Poocker.

Os advogados queriam que Abreu fosse beneficiado pela mesma decisão que colocou em liberdade o traficante André Oliveira Macedo, o André do Rap.

Poocker e André do Rap foram condenados em segunda instância por envolvimento nos mesmos crimes, investigados pela operação Oversea em 2014. Eles ainda recorrem da condenação e, por isso, não começaram a cumprir efetivamente as penas definidas pela Justiça.

Ao negar o habeas corpus, Marco Aurélio Mello pediu que a Procuradoria-Geral da República se manifeste sobre o pedido. Após receber esse posicionamento, o ministro do STF pode emitir nova decisão sobre o caso.

Marco Aurélio concedeu um habeas corpus a André do Rap por avaliar que a prisão do traficante tinha se tornado ilegal. A decisão se baseou num trecho do pacote anticrime, em vigor desde janeiro, que pede reavaliação das prisões preventivas a cada 90 dias.

A decisão de Marco Aurélio foi suspensa no sábado pelo presidente do STF, ministro Luiz Fux, mas André do Rap já tinha sido colocado em liberdade. Até a publicação desta reportagem, ele seguia foragido. Nesta quinta, o plenário do STF manteve a decisão de Fux.

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